“Vamos ficar sem água”, alerta esportista aventureiro sobre nível do rio Parauapebas


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Rio Parauapebas — Foto: Wellington Moraes

Verão chegou e com ele altas temperaturas do veraneio amazonense, o que motiva o aumento do consumo de água e a busca de alternativas para amenizar o calor, como algumas horas de lazer em clubes, balneários, praias, cachoeiras e na beira do rio — é claro! Todas as opções são fruto da natureza, acessível na maioria das vezes para todos.

Embora não hajam praias em Parauapebas, é nessa época do ano que aumenta a procura dos veranistas por balneários localizados às margens do rio ou cachoeiras em comunidades mais afastadas do centro urbano.

Mas é preciso atentar-se para outro detalhe: a estação também traz um longo período de estiagem devido à diminuição do volume do rio. Segundo especialistas, o Brasil sofre a pior estiagem dos últimos 91 anos. A crise hídrica é tão grave que afetou o setor energético brasileiro e a produção foi prejudicada pela baixa capacidade dos reservatórios quase vazios, isso provocou aumento do valor da energia para o consumidor. Os efeitos dessa crise também podem ser sentidos no município.

Quem confirmou e ficou preocupado com os efeitos da estiagem, foi o produtor de vídeo Wellington Moraes, que em seu tempo livre pratica esportes de aventura e gosta de prospectar novos destinos para trekking e esportes radicais em contato com a natureza no município. Na tarde desta quarta-feira, 21, ao visitar um trecho nas proximidades da comunidade do Cedere, o trekker fez um alerta sobre o nível e condições do rio Parauapebas.

Confira as coordenadas do local visitado pelo trekker Wellington Moraes

Segundo ele, não só a biodiversidade, mas o abastecimento, lazer e a diversão podem ficar prejudicados, caso a população não se adapte ao consumo consciente. O que seria lamentável em Parauapebas, já que as opções de entretenimento são limitadas. A mensagem foi publicada em suas redes sociais. Acompanhe:

É importante ressaltar que o consumo doméstico de água também aumenta muito nesta época. Cerca de 70% do abastecimento que vai para as torneiras da população é captada no Rio Parauapebas, o restante da captação é oriunda de poços artesianos e de uma lagoa do Complexo Tropical. Ao todo, são cerca de 71 milhões de litros de água fornecidos diariamente. É bom praticar o consumo consciente para em breve não ficar sem.


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