Renato Russo, 25 anos sem o maior poeta do rock nacional


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Renato Manfredini Júnior, mais conhecido como Renato Russo, morreu há exatos 25 anos, completados neste 11 de outubro. Sua obra, no entanto, continua viva e atemporal para aqueles que tanto se identificam sua ideologia. Suas letras e reflexões falam sobre amigos com quem conviveu, adolescência e juventude, cidades, sentimentos que fazem, de cada um de nós, humanos.

O gosto pela música já se manifestou desde cedo.

“Quando tinha entre seis ou sete meses, ainda no berço, entre os brinquedos, havia um pequeno rádio de pilha tocando as músicas brasileiras da Rádio Tupi. O rádio foi a melhor babá que podia existir para meu filho”, recorda dona Carminha.

Aos 5 anos, o pequeno Renato escreveu seu primeiro livro. “Um livrinho com ilustração e índice. Era a história de um príncipe que tinha ido no castelo para um jantar ‘opíparo’. Eu me surpreendi porque não conhecia essa palavra. O pai então me explicou que era um ‘jantar grandioso, com muita comida’. Aprendi essa palavra com meu filho”, disse.

Aos 17 anos, Renato disse “quero fazer música” e em uma conversa com Rênio, disse que precisava de um espaço e o local dele não era utilizado aos domingos, então ali seria o lugar onde ensaiariam com a banda “Aborto Elétrico”. De acordo com Renato, esse nome era para ‘chocar a burguesia’.

Posteriormente, em 1982, Renato Russo juntou-se à Marcelo Bonfá, Eduardo Paraná e Paulo Guimarães e formaram a banda Legião Urbana. Em 1983, Paulista e Paraná saem e Dado Villa-Lobos assume a guitarra. Juntos, fecharam contrato com a EMI-Odeon e lançou seu primeiro álbum em 1985, emplacando em junho daquele ano as canções “Será”, “Ainda é Cedo” e “Geração Coca-Cola”.

A Revista Bizz, leitura obrigatória para os amantes da música daquela época, elegia a Legião como a melhor banda e Renato, o melhor cantor daquele ano.

Portanto, mesmo após 25 anos da morte de Renato Russo, sua arte continua presente e se mantém “vivo” por meio de sua obra, um legado que possibilitará, a várias outras gerações, entender parte do que foi este “nosso próprio tempo”.

 


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