Madrugada de 3 de janeiro de 2026 — A operação
Era ainda madrugada de sábado, 3 de janeiro de 2026, quando uma grande operação militar coordenada pelos Estados Unidos foi lançada contra alvos no norte da Venezuela, com foco principal em Caracas. Essa ação foi batizada pelos EUA como Operação Absolute Resolve.
• Tropas de elite, como unidades especiais (Delta Force e Rangers) e apoio aéreo, atacaram várias posições, incluindo defesas aéreas e pontos estratégicos em torno da cidade, parte de um plano complexo que vinha sendo preparado há semanas.
• Antes do avanço, forças americanas desativaram sistemas de defesa venezuelanos para permitir o ingresso das tropas sem enfrentar resistência massiva.
• Uma equipe menor supostamente estava infiltrada dentro da Venezuela há meses, coletando inteligência e monitorando a rotina do presidente Maduro para facilitar o ataque.
Combate e captura
No coração de Caracas, a operação encontrou resistência armada de forças leais a Maduro. Houve confrontos intensos que, segundo autoridades venezuelanas, resultaram em dezenas de mortos, incluindo militares e civis, bem como forças cubanas presentes no país, com relatos de até 80 óbitos no total.
Maduro e sua esposa Cilia Flores foram localizados em um refúgio fortificado. As tropas americanas, com suporte de helicópteros e equipamentos especializados (inclusive para abrir portas reforçadas), conseguiram capturá-los no local.
Transferência para os EUA
Após a captura, Maduro e Flores foram levados imediatamente para fora da Venezuela em um avião militar dos EUA. Eles desembarcaram em Nova York, onde foram recebidos por agentes federais, incluindo FBI e DEA e posteriormente encaminhados a uma prisão federal.
Imagens divulgadas mostraram Maduro com algemas e capuz, sendo conduzido pelas autoridades norte-americanas.

No tribunal federal em Manhattan, Maduro e sua esposa disseram ser inocentes e afirmaram que sua captura foi um “sequestro” militar ilegal, mantendo que ele continua sendo o presidente legítimo da Venezuela.
Acusações e contexto legal
Os EUA apresentaram acusação federal contra Maduro por narco-terrorismo, tráfico de cocaína e outros crimes graves. Maduro negou as acusações e entrou com defesa, alegando violação de soberania e de leis internacionais.
A legalidade da operação virou tema de debate internacional, a ONU e vários países afirmaram que a ação viola a Carta das Nações Unidas e a soberania venezuelana, criando um precedente perigoso na política global.
Consequências políticas na Venezuela
Com Maduro fora do país, a vice-presidente Delcy Rodríguez foi empossada como presidente interina, apoiada por setores importantes das Forças Armadas venezuelanas.

Delcy Rodríguez
O governo venezuelano declarou estado de emergência, ordenou a prisão de qualquer pessoa que tenha apoiado a invasão militar dos EUA e mobilizou forças para manter a ordem interna.
A captura também gerou reações de aliados de Maduro, como Rússia, que criticaram a ação como um ataque imperialista e uma violação dos princípios internacionais.
Impacto regional e global
O evento provocou forte repercussão global:
- Manifestações de venezuelanos no exterior tanto em comemoração quanto em protesto.
- Debates políticos em países da América Latina sobre soberania, intervencionismo e direitos humanos.
- Organismos internacionais, incluindo a ONU, discutindo o impacto legal e moral dessa intervenção.