Árbitros viram alvo de críticas na Libertadores e no Brasileirão


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Árbitros viram alvo de críticas na Libertadores e no Brasileirão

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As polêmicas de arbitragem voltaram a dominar o noticiário do futebol sul-americano. Em uma mesma rodada, tanto a Libertadores quanto o Campeonato Brasileiro foram marcados por fortes críticas de técnicos renomados ao desempenho dos árbitros e ao uso do VAR no futebol. Enquanto o Palmeiras comemorava a classificação diante do River Plate, o treinador argentino Marcelo Gallardo acusava o juiz de “sentir a pressão”. Já no Brasil, nomes como Fernando Diniz, Rogério Ceni e Davide Ancelotti se mostraram indignados com decisões que, em suas visões, comprometeram os resultados de suas equipes.

Na noite de quarta-feira (24), o River Plate foi eliminado pelo Palmeiras após derrota por 3 a 1 nas quartas de final da Libertadores 2025. O momento mais contestado foi o pênalti marcado em Facundo Torres, já aos 43 minutos do segundo tempo, quando o jogo ainda estava empatado.

Gallardo não poupou palavras ao acusar a arbitragem de falhar em um lance crucial:

“O árbitro não soube conduzir. Estava de costas para o lance, havia jogador caído e mesmo assim marcou um pênalti. Ele não teve controle da situação e acabou prejudicando o jogo”, afirmou o técnico argentino.

Apesar da indignação, Gallardo admitiu que o River falhou em detalhes importantes, reconhecendo a qualidade do adversário. Do outro lado, Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, adotou tom mais conciliador:

“O árbitro errou e acertou para os dois lados. Não vejo influência no resultado final. No futebol, ninguém é perfeito.”

Reclamações no Brasileirão

Enquanto a Libertadores pegava fogo, o Brasileirão Série A também foi palco de polêmicas. Nos jogos atrasados da 16ª rodada, Vasco, Bahia, Botafogo e Grêmio viveram momentos de tensão com decisões da arbitragem e do VAR.

Após vencer o Bahia por 3 a 1, o Vasco, comandado por Fernando Diniz, não deixou de expor revolta com a condução do árbitro João Vitor Gobi. Dois lances de possíveis expulsões — um de Rezende em Coutinho e outro de Sanabria em Puma — geraram revolta. Mesmo chamado pelo VAR, o juiz manteve apenas o cartão amarelo.

Diniz foi categórico:

“Foi para expulsão claramente. O critério muda no meio do jogo. A integridade dos jogadores esteve em risco. O VAR chamou e mesmo assim ele não expulsou. É escandaloso.”

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O diretor de futebol Admar Lopes reforçou a crítica, dizendo que o espetáculo e os atletas ficam em segundo plano quando árbitros deixam de aplicar a regra corretamente.

Rogério Ceni e o “VAR caseiro”

No mesmo confronto, mas pelo lado do Bahia, o técnico Rogério Ceni também criticou duramente a arbitragem. A expulsão de Jean Lucas, após revisão do VAR, mudou a dinâmica do jogo.

“Jogamos 60 minutos com um a menos. O VAR foi totalmente favorável ao time da casa. Nossas jogadas eram revisadas, as deles, não. Isso muda tudo.”

Em Porto Alegre, o Botafogo, atual campeão nacional, empatou em 1 a 1 com o Grêmio. O pênalti marcado por mão de Matheus Martins revoltou o técnico Davide Ancelotti.

Segundo ele, a marcação foi interpretativa e sem provas conclusivas:

“Não havia imagem clara de toque de mão. O VAR precisa corrigir erros evidentes, e não inventar interpretações. Foi vergonhoso.”

A revolta também chegou à diretoria. O empresário John Textor, dono da SAF botafoguense, classificou a situação como um atraso para o futebol brasileiro:

“Nos recusamos a evoluir. Isso é vergonhoso.”

O que está em jogo com tantas polêmicas

As constantes críticas à arbitragem escancaram um problema recorrente no futebol sul-americano: a inconsistência na aplicação das regras e no uso da tecnologia. O VAR no futebol, que deveria reduzir erros, acaba sendo apontado como responsável por gerar novas dúvidas e aumentar a desconfiança dos clubes.

As reclamações de Gallardo, Diniz, Ceni e Ancelotti apontam para algo além de derrotas ou eliminações: a sensação de que critérios variáveis interferem diretamente no desempenho esportivo e, consequentemente, no resultado das competições.

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Enquanto a Conmebol e a CBF defendem os profissionais e reforçam o treinamento de árbitros, os clubes pressionam por mais transparência e uniformidade. No fim, a grande questão é: será que os erros fazem parte do jogo ou a tecnologia mal aplicada transformou cada rodada em um tribunal de polêmicas?


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