Carol Portaluppi Relata Quase Afogamento em Itacoatiara e Faz Alerta: ‘Meu Fôlego Já Não Estava Igual’
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A influenciadora Carol Portaluppi, filha do técnico Renato Gaúcho, compartilhou com seus seguidores um incidente traumático vivido no mar da Praia de Itacoatiara, em Niterói (RJ), no último domingo (12 de abril). O relato detalha um momento de grande susto, onde Carol quase se afogou após subestimar as condições da água.
Conhecida por sua presença ativa nas redes sociais e por ser praticante de surfe, a influenciadora fez questão de expor a gravidade da situação. Ela descreveu a experiência como um alerta sobre a importância de observar e respeitar a força do oceano.
O Incidente na Praia de Itacoatiara
Carol Portaluppi detalhou que, ao chegar à Praia de Itacoatiara, ignorou sinais claros de perigo. Sua amiga, que a acompanhava, expressou hesitação em entrar na água, e a ausência de outros banhistas no mar era um indicativo das condições adversas.
“Eu não estava observando o mar. Isso é meu erro. Quando a gente chegou na beira, minha amiga disse que não ia entrar. Outro detalhe, não tinha ninguém na água. Quando você não conhece, precisa prestar atenção”, explicou Carol em seu depoimento.
A influenciadora, que reside no Rio de Janeiro e frequentemente pratica surfe, admitiu que a familiaridade com o mar não a isentou de cometer um erro de avaliação. A Praia de Itacoatiara é conhecida por suas ondas fortes e peculiaridades geográficas, que exigem atenção redobrada dos frequentadores.
A Entrada e o 'Caixote'
Apesar dos sinais de alerta, Carol decidiu entrar. Segundo ela, o mar parecia calmo no momento inicial. “Eu ignorei isso e falei que ia entrar. No momento, não estava vindo nenhuma onda. Eu entrei rápido, porque nessa hora fica mais fácil de entrar”, relatou.
A areia da praia, que não é reta, faz com que as ondas quebrem de forma mais abrupta na beira. Este detalhe, percebido tarde demais por Carol, foi crucial para o desenrolar do incidente. “A areia não era reta, e a onda estoura na beira. Eu não tinha visto…”, completou.
O momento de maior susto ocorreu quando uma onda inesperadamente gigante a atingiu. “Quando eu subi, de mergulhar, estourou uma onda gigante na minha cabeça”, contou a influenciadora, descrevendo o que surfistas chamam de “caixote”: ser atingido violentamente pela arrebentação.
A Luta Contra as Ondas e a Correnteza
Após o primeiro impacto, a sequência de ondas foi implacável. Carol Portaluppi descreveu a sensação de ser atingida repetidamente, perdendo o fôlego a cada novo choque. “Obviamente, estavam vindo outras ondas atrás. Eu mergulhei e já subi rápido. Resumindo, tomei cinco na cabeça. Na quinta, meu fôlego já não estava igual”, confessou.
O cansaço físico e a diminuição da capacidade pulmonar rapidamente se tornaram uma preocupação. A situação se agravou com a percepção de que a areia fofa da praia dificultava o apoio e a correnteza puxava para baixo, intensificando o perigo.
“Na hora, eu falei: ‘Não pode vir mais nenhuma’. E ainda tem um detalhe que a areia não é reta e durinha. Quando você pisa, ela afunda. Então eu pensei que até para voltar seria mais difícil. A correnteza vai puxando para baixo”, explicou Carol, evidenciando o cenário adverso.
A Decisão e o Retorno Seguro
Em um momento de clareza, a influenciadora cogitou a possibilidade de nadar para o fundo para escapar do fluxo da correnteza. No entanto, ela optou por uma estratégia mais imediata ao perceber um breve intervalo entre as ondas.
Aproveitando a pausa, Carol rapidamente se dirigiu à margem. “Quando parou, eu saí correndo igual uma louca”, descreveu, aliviada por ter conseguido sair da zona de perigo e alcançado a segurança da areia.
O Alerta de Carol e a Conscientização Sobre o Mar
Ao compartilhar o relato, Carol Portaluppi transformou uma experiência assustadora em uma importante mensagem de segurança. Ela enfatizou a necessidade de vigilância e respeito pelo mar, mesmo para aqueles com experiência em atividades aquáticas.
A influenciadora, que conta com milhões de seguidores, usou sua plataforma para reforçar que as condições do mar podem mudar rapidamente e que a atenção aos sinais é fundamental. “Muitas vezes, a gente se sente seguro por conhecer o mar ou por praticar esportes, mas o oceano tem uma força que não podemos subestimar”, destacou.
O incidente serve como um lembrete para todos os banhistas e praticantes de esportes aquáticos. A observação de elementos como a presença de salva-vidas, o número de pessoas na água, e a movimentação das ondas são atitudes preventivas que podem evitar acidentes graves.
A filha de Renato Gaúcho ressaltou que, mesmo com a prática de surfe, a imprudência em um determinado momento pode levar a consequências perigosas. A história de Carol Portaluppi reforça a importância da prudência e do conhecimento antes de entrar na água em qualquer praia, especialmente em locais com características de mar mais agitado.
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Fonte: https://portalleodias.com
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