Ferrari Combate Personalizações em Supercarros


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Ferrari Combate Personalizações em Supercarros

Ferrari Reforça Políticas Contra Modificações de Clientes

A Ferrari intensificou medidas para coibir personalizações extravagantes em seus supercarros, defendendo seu legado como ícone de luxo. Segundo o The Telegraph, a marca ameaça incluir clientes em uma lista negra caso descumpram regras de conduta, impedindo futuras compras. Benedetto Vigna, CEO da empresa, afirmou que a fabricante prioriza combinações de cores pré-aprovadas para evitar “carros estranhos”.

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Em 2014, a Ferrari notificou o DJ Deadmau5 após ele cobrir sua Ferrari 458 Italia com um adesivo do gato Nyan Cat, criando o “Purrari 458”. O designer Philipp Plein também enfrentou ações judiciais por estampar tênis no teto de sua Ferrari 812 Superfast. “Proteger a identidade visual é essencial para manter o valor das peças”, explicou Vigna.

Ferrari Combate Personalizações em Supercarros

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Apesar do discurso, a divisão Atelier da Ferrari — responsável por personalizações exclusivas — faturou € 1,3 bilhão em 2024, de um total de € 1,52 bilhão em lucros. O conflito entre tradição e negócios lucrativos coloca a marca em uma encruzilhada: como limitar modificações externas sem afetar receitas?

Contratos e Estratégias no Mercado de Segunda Mão

Além das restrições estéticas, a Ferrari controla o mercado de veículos usados por meio de contratos rígidos. Ao comprar um carro novo, o cliente assina um Contrato de Oportunidade, que obriga notificar a marca antes de revendê-lo. Se ignorar a cláusula, enfrenta multas e processos. “Queremos garantir que nossos carros mantenham valor e autenticidade”, disse Andrea Scioletti, diretor de veículos usados.

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Para reduzir a desvalorização, a Ferrari também limitou o número de cores disponíveis, priorizando tons clássicos como o Rosso Corsa. Atualmente, apenas 40% dos modelos saem da fábrica nessa tonalidade, contra quase 100% décadas atrás. A estratégia visa atrair compradores de segunda mão, que preferem designs atemporais.

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Segundo a empresa, mais de 90% das Ferraris fabricadas em Maranello ainda circulam, reforçando a necessidade de preservar a integridade visual. “Modificações não autorizadas deixam cicatrizes permanentes no legado”, alertou Scioletti. Enquanto isso, marcas como Lamborghini adotam medidas similares, indicando uma tendência no setor de supercarros.


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