Linux substitui Windows em governos europeus


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Linux substitui Windows em governos europeus

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A adoção do Linux por governos europeus está ganhando força com a proximidade do fim do suporte ao Windows 10. Estados e instituições públicas intensificam ações para substituir ferramentas da Microsoft por soluções de código aberto.

A Alemanha e a Dinamarca estão entre os países que iniciaram essa transição digital. Eles pretendem reduzir custos, proteger dados e evitar novas dependências tecnológicas.

O estado de Eslésvico-Holsácia, por exemplo, pretende migrar mais de 60 mil servidores públicos para sistemas abertos. A medida inclui abandonar o Windows, o Office e o Teams.

Além disso, o plano prevê adoção de ferramentas como o LibreOffice e o Open-Xchange. Posteriormente, o Linux será o sistema operacional oficial. A iniciativa também é uma reação geopolítica à crescente influência das big techs norte-americanas.

Razões para a mudança: soberania e economia

Segundo o ministro da digitalização de Eslésvico-Holsácia, Dirk Schrödter, a guerra na Ucrânia despertou alertas sobre dependências externas. Por isso, a prioridade agora é assegurar autonomia digital.

A migração para o Linux reflete um desejo de “retomar o controle” sobre os dados públicos. Assim como os setores energéticos estão se reestruturando, o digital segue a mesma lógica.

Também há um forte incentivo financeiro. Licenças e atualizações obrigatórias da Microsoft geram custos extras. Com o código aberto, os governos esperam manter a previsibilidade orçamentária.

Por outro lado, a Dinamarca também acelerou sua estratégia. Até o final de 2025, órgãos públicos devem estar completamente adaptados a sistemas livres. O plano inclui capacitação e mudança gradual.

União Europeia incentiva código aberto

A União Europeia aprovou o Interoperable Europe Act, que encoraja o uso de software aberto em entidades governamentais. Esse movimento fortalece o Linux como alternativa de base tecnológica.

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Como exemplo, a cidade de Munique adotou o Linux no passado, mas recuou por desafios de compatibilidade. No entanto, outros casos são mais bem-sucedidos.

A polícia civil francesa, por exemplo, opera com Linux desde os anos 2000. Do mesmo modo, o Ministério da Defesa da Índia anunciou o Maya OS, sistema baseado em código aberto.

Esses exemplos mostram que, com apoio político e investimento em capacitação, a transição pode ser bem-sucedida. Tanto quanto a mudança energética exige planejamento, a digital também.

O futuro digital pode ser aberto

Atualmente, a migração para o Linux parece inevitável em muitas esferas públicas. A mudança não é apenas técnica, mas estratégica e política.

Ao adotar o código aberto, os governos ganham independência, reduzem gastos e fortalecem a infraestrutura nacional.


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