Polêmica Miss Grávida: Diretor defende destituição de Lara Marina
- Nenhum comentário
- Entretenimento
Juliano Crema, diretor do Miss Brasil Supranational, defendeu a destituição de Lara Marina do título nacional. A medida foi tomada após a repercussão da gravidez da modelo. Em entrevista, Crema justificou a decisão da organização por quebra contratual e segurança. Ele confirmou a sucessão pela vice-campeã, Camilly Ceccon, de Santa Catarina.
A Sucessão no Título Nacional
Crema explicou que a dinâmica da competição prevê a substituição da vencedora.
Caso a titular não cumpra o reinado, a segunda colocada assume a função.
Camilly Ceccon, vice-campeã por Santa Catarina, deverá herdar o título de Lara Marina.
As Regras Contratuais e a Gestação
Lara Marina, 20 anos, conquistou o título em fevereiro. Ela representou o Brasil na Polônia, ficando em terceiro lugar.
A organização a destituiu por descumprimento de contrato, após descobrir a gestação.
A modelo contestou, alegando não haver proibição expressa de gravidez no documento de dois anos.
Crema não considera o texto confuso, defendendo a boa-fé das candidatas.
“É óbvio que competir grávida envolve várias questões”, declarou o diretor.
Ele prioriza a segurança de Lara e do bebê, rechaçando mudanças no contrato.
Saúde da Miss e Repercussão
A entrevista também abordou a preocupação com a saúde de Lara Marina, hospitalizada.
Seu namorado, Gustavo Rocha, inicialmente reportou um quadro grave da modelo.
A equipe atualizou que ela está estável, com o bebê saudável, e sob cuidados médicos.
Crema mencionou ter trocado mensagens com Lara, mas o namorado atua como porta-voz.
O Debate sobre Maternidade e Concursos
O caso impulsionou discussões nas redes sociais sobre maternidade e regras de beleza.
O Miss Supranational, por exemplo, já ampliou a participação de mães ou divorciadas.
Contudo, a competição internacional mantém restrições para a participação de gestantes.
Acompanhe atualizações aqui no Portal F5

