Richarlison alfineta Neymar em disputa por mansão de R$ 95 mi
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Richarlison alfinetou Neymar publicamente ao comentar uma reportagem do UOL sobre a disputa judicial envolvendo a família do jogador e a aquisição de uma mansão de R$ 95 milhões. A provocação, feita em tom irônico sobre o imóvel em Tamboré, Santana de Parnaíba (SP), retoma uma farpa antiga entre os atletas e expõe os detalhes de uma complexa batalha legal pela propriedade.
A Origem da Troca de Farpas
O atacante do Tottenham, Richarlison, utilizou a frase “Então ele não leu o contrato, né?” em seu comentário. Essa declaração sarcástica foi uma resposta direta à provocação que Neymar fez em outubro, durante outra polêmica.
Na ocasião, Neymar havia alfinetado o colega com a frase: “Próxima vez lê o contrato, seu moleque”. Aquela primeira farpa estava relacionada a um imóvel na Ilha Comprida, Angra dos Reis (RJ), envolvendo Richarlison em uma disputa diferente.
Detalhes da Disputa pela Mansão de R$ 95 Milhões
O cerne da atual controvérsia judicial é a compra de uma mansão avaliada em R$ 95 milhões, localizada em Tamboré, Santana de Parnaíba (Grande SP). A ação legal está em curso na Justiça de São Paulo.
O processo envolve diretamente Neymar da Silva Santos, pai e empresário do craque, e a empresa D.Y.T.T. Administradora de Imóveis. O valor em disputa na cobrança atinge R$ 58,9 milhões.
Acordo Inicial e a Controvérsia Atual
Pelo acordo original de compra, R$ 17,5 milhões foram pagos no momento da assinatura do contrato. Os R$ 32 milhões restantes seriam quitados por meio da transferência de um imóvel da família de Neymar em Alphaville.
Contudo, a D.Y.T.T. Administradora de Imóveis contesta essa forma de pagamento estabelecida. A empresa agora exige que a totalidade do valor pendente seja quitada em dinheiro.
Exigências da Vendedora e a Defesa de Neymar Pai
Além da conversão do pagamento para dinheiro, a vendedora solicita multa, juros e uma indenização de 20% sobre o valor total do negócio. Também pede o reembolso de aproximadamente R$ 1,8 milhão referente a obras concluídas na propriedade.
A empresa chegou a tentar impedir judicialmente a transferência da escritura da mansão no Tamboré, mas a Justiça negou o pedido. Isso garantiu provisoriamente a posse à família de Neymar.
Em uma contranotificação enviada em agosto, a defesa de Neymar pai classificou a exigência da empresa como uma “pretensão absurda, despropositada e desproporcional”. Os advogados argumentam que as condições de pagamento foram aceitas livremente por ambas as partes no início do processo.
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