julgamento de Diddy choca e mobiliza Nova York


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julgamento de Diddy choca e mobiliza Nova YorkJulgamento de Diddy atrai atenção global e revela bastidores sombrios

O julgamento de Sean “Diddy” Combs por tráfico sexual começou nesta segunda-feira (5), em Nova York, sob enorme cobertura da mídia. Embora o caso não tenha relação com a série sul-coreana, a complexidade e o impacto do processo judicial.

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A seleção do júri ocorreu no tribunal federal de Lower Manhattan. Cento e cinquenta pessoas responderam a um extenso questionário. As perguntas avaliavam conhecimento sobre o réu, histórico de abuso sexual e consumo de mídia sobre o caso. A lista incluía nomes de celebridades como Michael B. Jordan, Kanye West, Kid Cudi, e Lauren London.

O envolvimento dessas figuras levanta suspeitas sobre a rede de conexões do réu. Kid Cudi, por exemplo, foi citado como possível vítima de um atentado orquestrado por Diddy em 2011. Já Michael B. Jordan teria namorado Cassie Ventura em 2015, mas não deve testemunhar. Cassie, ex-namorada de Combs, é a principal testemunha da acusação.

Candidatos ao júri expõem passado de traumas e ligações midiáticas

O juiz Arun Subramanian ouviu 32 candidatos ao júri durante o primeiro dia. Muitos relataram experiências com abuso sexual ou assédio, mas disseram que isso não afetaria sua imparcialidade. Alguns afirmaram ter assistido ao vídeo de segurança divulgado pela CNN, onde Combs aparece agredindo Cassie em um hotel. Essa gravação não será usada como prova direta, mas poderá ser mencionada.

Um dos momentos mais inusitados ocorreu com uma candidata que confessou ter furtado uma loja da Universal Studios na adolescência. Ela também admitiu curtir vídeos satirizando Diddy no Instagram.

Acusações graves e possível pena de prisão perpétua

Diddy responde por cinco acusações formais: organização criminosa (RICO), tráfico sexual e transporte com intenção de prostituição. Se condenado, poderá enfrentar prisão perpétua. A promotoria ouviu mais de 50 testemunhas e apreendeu mais de 100 dispositivos eletrônicos.

Entre 2004 e 2024, os crimes teriam sido cometidos de forma sistemática. Desde 2023, Diddy também enfrenta mais de 70 processos civis por acusações semelhantes. O julgamento, que deve durar várias semanas, pode redefinir sua carreira e imagem pública — além de aprofundar o debate sobre abuso de poder no mundo do entretenimento.


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