Nikolas Ferreira denuncia fraude bilionária no INSS


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Nikolas Ferreira denuncia fraude bilionária no INSS

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Em mais uma investida de forte repercussão nas redes sociais, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) voltou a mobilizar a internet ao denunciar um esquema bilionário de fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A publicação, feita na noite desta terça-feira (6), já acumula mais de 34 milhões de visualizações em menos de 24 horas, reacendendo o debate sobre transparência e responsabilidade na gestão pública.

Denúncia com impacto digital massivo

Utilizando a mesma fórmula que viralizou no caso do Pix, com 200 milhões de visualizações em um único dia, Nikolas Ferreira recorreu a uma produção de alto impacto, com direito a envelhecimento digital no final do vídeo. A metáfora visual reforça sua crítica sobre os prejuízos sofridos por aposentados ao longo do tempo.

“Para chegar aqui diferente no futuro, a gente precisa fazer algo diferente agora”, declarou o deputado, em referência direta aos milhões de brasileiros atingidos pela fraude no INSS. O congressista ainda disparou contra o atual governo, ao afirmar que o esquema de R$ 6,5 bilhões “se intensificou” durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além disso, o parlamentar criticou a proposta de usar recursos públicos para ressarcir os lesados. “As vítimas vão ressarcir as vítimas. E os criminosos seguirão livres. Assim fica fácil roubar”, afirmou.

Pressão por CPI e apuração de responsabilidades

Nikolas Ferreira convocou seus seguidores a pressionarem os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o escândalo da fraude no INSS. Segundo ele, essa seria a única forma de evitar que o caso seja abafado.

A operação que revelou o esquema foi deflagrada em 23 de abril pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pela Polícia Federal. As investigações apontam que entidades teriam realizado descontos associativos não autorizados em benefícios de aposentados entre 2019 e 2024. Estima-se que mais de R$ 6 bilhões foram desviados.

A gravidade da situação provocou a demissão do então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e do ministro da Previdência, Carlos Lupi. O caso ganhou novos contornos após o Tribunal de Contas da União (TCU) identificar mais de 35 mil reclamações de segurados apenas em 2023.

Dataprev sob escrutínio

A denúncia ganhou força na Câmara dos Deputados, especialmente entre os parlamentares do partido Novo. Adriana Ventura (SP), Marcel van Hattem (RS), Ricardo Salles (SP) e Luiz Lima (RJ) apresentaram um requerimento para convocar a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.

Eles exigem explicações sobre o papel da Dataprev, estatal responsável pelos sistemas tecnológicos da Previdência, no escândalo. Segundo os deputados, a empresa teria autorizado acessos e aprovações sem validação biométrica, violando normas do INSS e facilitando as fraudes.

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“Foi omissão, conivência ou incompetência?”, questionou Luiz Lima, exigindo resposta imediata da ministra. Para Adriana Ventura, “é inaceitável que milhões de aposentados tenham sido lesados por negligência sistêmica. A responsabilidade precisa ser apurada e os culpados punidos”.

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